Os cuidados com a saúde durante o calor em Brasília exigem atenção redobrada à hidratação, à exposição ao sol e à baixa umidade do ar. No Distrito Federal, o tempo quente e seco pode favorecer ressecamento da pele, dos olhos, do nariz e da garganta, além de aumentar o risco de desidratação e agravar doenças respiratórias. (agenciabrasilia.df.gov.br)
Beba líquidos ao longo do dia
A principal medida de prevenção é ingerir água regularmente, mesmo sem sentir sede. A necessidade varia conforme a idade, o estado de saúde, a alimentação e o nível de atividade física. Pessoas com doenças renais, cardíacas ou outras condições específicas devem seguir a orientação do profissional de saúde.
Água deve ser a primeira opção. Bebidas alcoólicas e aquelas com excesso de açúcar podem contribuir para o desequilíbrio da hidratação. Frutas, verduras e refeições leves também ajudam a manter a ingestão de líquidos, mas não substituem o consumo de água. (gov.br)
Reduza a exposição ao sol e ao calor
Evite atividades físicas intensas e a permanência prolongada ao ar livre nos horários mais quentes e secos, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde. Quando precisar sair, prefira roupas leves, largas e de cores claras, use chapéu ou boné e procure permanecer na sombra.
O protetor solar deve ser aplicado antes da exposição e reaplicado conforme as orientações do fabricante, principalmente após suor intenso ou contato com água. Banhos frescos, cortinas fechadas durante as horas de maior calor e a circulação de ar nos períodos mais amenos ajudam a manter os ambientes confortáveis. (gov.br)
Proteja nariz, olhos e pele no tempo seco
A baixa umidade pode causar ardência nos olhos, sangramento nasal, irritação na garganta e ressecamento da pele. Manter os ambientes ventilados e, quando necessário, usar medidas de umidificação pode reduzir o desconforto. Soro fisiológico pode ser utilizado nas vias nasais, desde que de acordo com orientação adequada e sem substituir a avaliação médica em caso de sintomas persistentes.
Também é recomendável evitar fumaça, poeira e queimadas. A combinação de ar seco e partículas suspensas pode piorar quadros de rinite, asma e outras doenças respiratórias. (agenciabrasilia.df.gov.br)
Atenção a crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas
Crianças pequenas, pessoas idosas, gestantes, indivíduos com doenças cardíacas, renais ou respiratórias e pessoas em situação de rua estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos do calor. É importante verificar com frequência se estão hidratados, em local fresco e sem sinais de mal-estar.
Bebês em aleitamento materno exclusivo devem mamar com maior frequência; não se deve oferecer água a menores de seis meses sem orientação de um profissional de saúde. (gov.br)
Reconheça os sinais de alerta
Transpiração excessiva, fraqueza, tontura, dor de cabeça, náusea, cãibras e diarreia podem indicar que o organismo está sofrendo com o calor ou a desidratação. Nesses casos, interrompa a atividade, leve a pessoa para um local fresco e procure uma unidade de saúde.
Confusão mental, desmaio, convulsão, dificuldade para respirar ou temperatura corporal muito elevada podem indicar insolação, uma emergência médica. O atendimento deve ser imediato. Enquanto aguarda ajuda, remova a pessoa para um local ventilado, afrouxe as roupas e use água fresca para ajudar a resfriar o corpo. Em situações graves, acione o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192. (gov.br)